O que os dados mostram até agora sobre incidência de coronavírus entre mais jovens?

  • 10/08/2018
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O que os dados mostram até agora sobre incidência de coronavírus entre mais jovens?

O alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) foi como um legítimo puxão de orelhas dos pais: jovens não estão imunes contra o coronavírus e têm que evitar socializar e interagir com os mais velhos e os mais vulneráveis.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, as escolhas tomadas pelos mais novos podiam significar "a diferença entre a vida e a morte para outra pessoa".

"Tenho uma mensagem para os mais jovens: vocês não são invencíveis; o vírus pode colocá-los no hospital por semanas ou até matá-los. Mesmo se vocês não ficarem doentes, as escolhas que vocês fazem sobre aonde vão podem significar a diferença entre a vida e a morte para outra pessoa", disse ele na semana passada.

A fala ocorreu em meio à divulgação de imagens de jovens de diferentes partes do mundo burlando ou ignorando medidas de distanciamento social anunciadas por seus países para tentar conter a propagação do vírus.

Até agora, a pandemia causada pelo novo coronavírus já infectou cerca de 380 mil pessoas e deixou mais de 16 mil mortos. O país mais afetado é a Itália. Outras nações, como o Brasil, correm contra o tempo para evitar catástrofe semelhante.

Mas o que os dados mostram até agora sobre a relação entre os mais jovens e a doença?

Basicamente, o risco de morte por covid-19 entre aqueles abaixo de 50 anos, especialmente os mais jovens, de até 30 anos, é extremamente raro.

Mas isso não quer dizer que eles estão livres de apresentar os sintomas mais graves da doença, ainda que, de fato, a probabilidade disso acontecer nessa faixa etária seja menor do que a dos idosos.

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